sexta-feira, 19 de agosto de 2011

RESTITUI-ME????

Lendo as Escrituras, acabo por
descobrir que Deus, por Ele mesmo e Sua graça nos leva sempre, de graça
em graça ao crescimento. Com a ajuda de cada membro, de cada junta e
ligadura, com o exercício dos dons e das experiências... cresço até que
um dia, alcance a estatura do Varão Perfeito. 


Ora, nesse processo, perdemos
coisas, vemos coisas abaláveis sendo abaladas e caírem ao chão. E a
pergunta vem: O que vou pedir pra que Deus me restitua?


Será que o assombrado Jó, pediria
em sã consciência, depois de, passar o que passou e, segundo ele próprio
ver com os olhos, Aquele de quem só ouvira falar? Acho que nem os bens e
possessões que perdera - com a permissão de Deus e para um propósito
que é sempre bom, perfeito e agradável - fariam-no desejar voltar a um
patamar abaixo, a uma condição anterior à tal revelação. 


Se Deus nos faz andar em novidade
de vida, a experimentar o novo - o novo que não vem de fora, mas de
dentro, uma nova visão Dele, da Sua graça, da vida, das circunstâncias,
do que é eterno, uma nova mente, uma nova consciência formada segundo o
Evangelho, pergunto: Restituir-nos o quê?


Ora, de capa a capa, do Antigo ao
Novo Testamento, lemos o apelo "Não vos lembreis das coisas passadas,
nem considereis as antigas, porque estou fazendo coisa nova", ou coisas
do tipo: "Quem lança mão do arado e olha pra trás não é digno de Mim",
ou como Paulo afirmava: "Uma coisa faço - esquecendo-me das coisas que
para trás ficam prossigo pra frente", o que pode ser esse pedido
"Restitui-me"?


Francamente, tudo o que mais tenho
pedido é que Deus me faça acontecer o novo e não reviver o que é velho.
Custe o que custar, doa o que doer, quero o novo de Deus.
HOMOSSEXUAIS PEDÓFILOS ESTUPRAM MENINO DE 13 ANOS

A
mãe de um adolescente de 13 anos que, segundo ela, foi abusado sexualmente por três homens em São Paulo neste final de semana, disse nesta quarta-feira (10) ao G1 que ainda está “sem chão”. A auxiliar de enfermagem de 32 anos, que preferiu não ter seu nome divulgado, contou que o garoto está "desorientado e abatido". O adolescente, que vive em Jundiaí, a 58 km de São Paulo, marcou um encontro com os homens por meio de um chat pela internet. Segundo a mãe, ele se encontrou com os homens na Avenida 9 de Julho, em Jundiaí, e de lá foi levado para um apartamento na capital paulista. O garoto contou que ingeriu uma bebida que o deixou "desnorteado". Depois disso, de acordo com a mãe, as relações sexuais aconteceram.
Antes de sair de casa no domingo (7) à tarde, o menino disse à mãe que planejava encontrar com umas amigas. O horário combinado para o retorno foi 18h. Às 20h, a mãe já estava bastante preocupada e ligou para a polícia. No entanto, um boletim de ocorrência só foi feito 24 horas após o desaparecimento. Segundo a auxiliar de enfermagem, na segunda-feira (8), por volta das 12h, o filho entrou em contato, informando que estava no Centro de Jundiaí e que havia sido assaltado. Os pais foram buscá-lo. Ao chegar ao local, a mãe disse que o garoto relatou que havia sido abusado por três homens e que conseguiu fugir da casa e pegar o trem.
A mãe disse estar "revoltada" com a situação. Segundo ela, o menino contou há cerca de dois meses que era homossexual. A Delegacia da Mulher de Jundiaí investiga o caso. O garoto fez exames no Hospital Paulo Sacramento, onde foram constatados sinais de abuso sexual.
Fonte: G1

NOTA: Sim, "homossexuais pedófilos"... ou vai dizer que eram "heterossexuais". A cumplicidade criminosa da mídia, na cobertura de fatos como este, perpetua o mito de que pedofilia entre homens e meninos "nada" tem a ver com homossexualidade - o que, diga-se de passagem, pelas denúncias que chegam na própria mídia, parece-nos ser a gigantesca maioria dos casos! Para uma análise mais profunda deste caso, clique AQUI.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

“O grande do homem é ele ser uma ponte e não uma meta”. Nietzsche.

Tenho refletido ultimamente que quando mais conectado se torna o mundo mais isoladas ficam as pessoas. Não é a toa que o escritor francês André Malraux afirma que somos a “civilização da solidão”. Não obstante, é bem provável que a grande maioria afirme justamente o contrário, pois é fato que estamos vivendo em meio ao fenômeno das grandes interações humanas que ocorrem nas redes sociais.

Ainda assim, penso diferente... Somos seres sociais, não virtuais. Precisamos de trocas que se dêem para além do teclado e da tela do computador; necessitamos de abraço, afago, carinho, toque, sensações.

Tenho observado as interações que os seres humanos travam em seu cotidiano. Raramente elas são pessoais, íntimas ou intensas. Na sua grande maioria, estão marcadas pelo formalismo, pela impessoalidade e até pela frieza.

Bem afirmou o filósofo dinamarquês kierkegaard que existimos em meio a um baile de máscaras. Nossos gestos, palavras e pensamentos mais se parecem com uma representação, um ensaio, algo que nos remete ao teatro e não a vida real.

Somos “forçados” a realizar tantas interações “mecanizadas” num único dia que já não nos preocupamos mais com o que as pessoas estão sentindo ou mesmo quem elas são! Por isso, não se assuste se você estiver numa reunião, tratando de negócios, enquanto alguém bem próximo está chorando. E isso ainda não será o pior... A grande tragédia será você, sequer, perceber!

Paralelamente, também é verdade que nós, dificilmente, somos percebidos em meio aos nossos sentimentos e necessidades. Não raro converso com pessoas que parecem me escutar, mas, de fato, estão apenas me ouvindo. Em alguns segundos o que eu expressei vai desaparecer, será deletado, expurgado da mente, não terá a chance de chegar nem perto do “coração”.

A questão é tão grave e profunda, e nós temos nos apercebido tão pouco, que já nem nos preocupamos mais com o fato de não termos com quem “nos abrir”; precisamos pagar um profissional para nos escutar! Ninguém sabe o que se passa em nossas almas, freqüentemente, nem mesmo nosso(a) companheiro(a). Estamos vivendo a “existência epidérmica”, onde tudo é superficial e rasteiro. Só o nosso travesseiro conhece nossos dilemas, contradições, inquietações medos e dores.

Na verdade, nossas “trocas” têm se tornado neurotizadas pela quantidade de opções que possuímos. Estamos diante do computador e, de repente, soa um “apito”: “plim!” – acaba de chegar um e-mail. Outro “zunido” vem em seguida: é alguém no Facebook nos chamando. De repente, a conversa que era apenas com uma pessoa, já se desenrola com três ao mesmo tempo! Fica até difícil articular o pensamento. Mais um toque sai da máquina: agora é alguém que seguimos postando algo no Twitter. Há, e não esqueçamos dos avisos que chegam dos blogs que acompanhamos e da necessidade de dar uma “olhadela” no Orkut para ver se alguém deixou algum recado.

“Eu sou o caminho a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”. A afirmação de Jesus expressa bem o seu propósito existencial: ser uma ponte! Ele quer nos re-conectar não somente a Deus, mas a nós mesmos e ao nosso próximo.

Se você prestar atenção, verá que Jesus sempre agiu como ponte. Ele era a ponte entre a desgraça e a misericórdia, entre a calamidade e a libertação, entre a doença e a cura, entre a deformação e a integridade do ser, entre o caído e a redenção, entre o perdido e a salvação. Foi assim com a prostituta, com os dez leprosos, com o cego de Jericó, com o endemoninhado gadareno, e tantos outros... Ser "ponte" entre gente, esse era o "negócio" de Jesus".

Parafraseando Lenine, essa “...ponte não é de concreto, não é de ferro, não é de cimento...”, a “ponte” que viabilizou tudo isso habitou entre nós em carne e sangue e, por causa dela, toda inimizade foi desfeita, eu e você podemos nos re-ligar novamente a “Fonte”. Sim, mesmo vivendo em meio à sociedade da informação, há certo tipo de “conexão” que nenhum cabo ou conector pode realizar, mas apenas a aceitação do sacrifício do Cordeiro mediante o arrependimento trazido a consciência pelo Espírito Eterno.

quinta-feira, 8 de abril de 2010


A Igreja Evangelica Batista do Jordão tem o prazer de propagar o Evangelho através deste Blog.